
«Valeu a pena» de Amália Rodrigues ( minha fadista preferida), para dar ainda mais adrenalina a estas duas palavras.
Dizia na minha crónica «Rua Alferes Pinto Ribeiro 3º episódio», de 5 de Abril 2013, que fonte segura me tinha garantido nessa manhã, que um dos principais motivos da construção do troço que liga o Campo Neves FC à estrada (igreja) de Mujães, era o de abrir um acesso autónomo, ao campo de treinos do NFC, e assim evitar a passagem pelo relvado principal. Mas, e segundo ele, a Câmara, a meio do caminho,decidiu abandonar a iniciativa, para evitar despesas.Denunciei imediatamente a cambalhota, daquelas que a Câmara nos tem habituado.
Ontem à tarde, alguém me informou que (cerca de 4 meses mais tarde, pósdivulgação da minha crónica), as máquinas voltaram para lá.
Como S. Tomé, ver para crer, esta manhã, passei po lá e, de fato, estava lá a maquinaria (a que andava ainda na semana passada, no adro da igreja de Vila de Punhe?).Presenciei duas aberturas, só não sei a que vai prevalecer.
Valeu a pena denunciar estes maus hábitos de andar às cambalhotas ...para iludir a população.
Foto 1; também está a ser colocado o quase esquecido relvado sintético.
Foto 2; verdadeira pista, enquanto as pessoas continuam a tropeçar no péssimo piso do adro da igreja de Vila de Punhe.
Foto 3; garantia de que (como diria a sardinheira, minha avó materna, «Ti Maria da Quinta», os alimários não vão sujar as patas na lama).
Recordo de que neste troço o trânsito é nulo.
De bradar aos céus.
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