Eng. Barbosa, proprietário da Quinta de São Cristovão da Portela, fez questão de me oferecer uma página (foto) de um, segundo ele, velhinho livro (sei-lá, com 50 páginas?!) cuja origem desconhece. No entanto, se analizar com atenção, verifica-se que é uma das muito antigas ligações (trajetos) Viana do Castelo/Vila de Punhe.
Na última linha pode ler-se uma referência à Quinta da Portela, como a comprovar de que foi o nome pelo qual sempre a conheci ...o que não quer dizer que haja contradição com o atual, Quinta de São Cristovão (da Portela), poisque houve o cuidade, e muito bem, de mencionar Portela. Falha grave, noutros casos, na opção toponímica feita pela junta de freguesia de Vila de Punhe (que, com as autárticas à porta, está a colocar lápides em sitios e os nomes (corretos) nalgumas ruas, ou seja, a corrigir ...mas foi preciso esperar 12/14 anos), exemplo disso, a Rua da Seara, Milhões que, como a Rua dos Pereiras (divulgado há dias), no Inverno, só de traineira (ver foto). Cá está, o lado emotivo da história: conheço de «olhos fechados» estas veredas poisque, (com 10, 11, 12 anos de idade), acompanhava minha mãe de cesto à cabeça; passavamos na seca do bacalhau, em Darque.
Pitadas de história da minha TERRA que dizem muito.
Não sei o que é uma gréve!!!
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