sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Pitadas de história da minha TERRA que dizem muito

Eng. Barbosa, proprietário da Quinta de São Cristovão da Portela,  fez questão de me oferecer uma página (foto) de um, segundo ele, velhinho livro (sei-lá, com 50 páginas?!) cuja origem desconhece. No entanto, se analizar com atenção, verifica-se que é uma das muito antigas ligações (trajetos) Viana do Castelo/Vila de Punhe.
Na última linha pode ler-se uma referência à Quinta da Portela, como a comprovar de que foi o nome pelo qual sempre  a conheci ...o que não quer dizer que haja contradição com o atual, Quinta de São Cristovão (da Portela), poisque houve o cuidade, e muito bem, de mencionar Portela. Falha grave, noutros casos, na opção toponímica feita pela junta de  freguesia de Vila de Punhe (que, com as autárticas  à porta, está a colocar lápides em sitios e os nomes (corretos) nalgumas ruas, ou seja, a corrigir ...mas foi preciso esperar 12/14 anos), exemplo disso, a Rua da Seara, Milhões que, como a Rua dos Pereiras (divulgado há dias), no Inverno, só de traineira (ver foto). 
Cá está, o lado emotivo da história: conheço de «olhos fechados» estas veredas poisque, (com  10, 11, 12 anos de idade), acompanhava minha mãe de cesto à cabeça; passavamos na seca do bacalhau, em Darque.
Pitadas de história da minha TERRA que dizem muito. 
Não sei o que é uma gréve!!!

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